Avaliação d parâmetros isocinéticos da articulação do ombrode atletas de basquete em cadeiras de rodas

Nome: Hudson Renato de Paula Oliveira
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 06/10/2017
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Rodrigo Luiz Vancini Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Marcella de Castro Campos Velten Examinador Externo
Natalia Madalena Rinaldi Examinador Interno
Rodrigo Luiz Vancini Orientador

Resumo: INTRODUÇÃO: O basquetebol em cadeira de rodas (BCR) é um dos esportes
paralímpicos mais populares na atualidade. Dentre os benefícios de sua prática podemos
citar a melhora da função e capacidade física, dos níveis de força muscular e da
qualidade de vida de forma geral. OBJETIVO: Avaliar parâmetros isocinéticos (PI) da
articulação do ombro de atletas de BCR e correlacionar com os níveis de classificação
funcional (CF). MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, numa amostra por
conveniência composta de 22 atletas de BCR (12 homens e 10 mulheres) com diferentes
tipos de lesão e afecções. Para as avaliações isocinéticas utilizamos um dinamômetro
eletromecânico. A articulação avaliada foi a do ombro nos lados dominante (D) e não
dominante (ND) nas velocidades angulares de 60 e 240°/s-1
em rotação interna e
externa. A classificação funcional dos atletas foi determinada de acordo com parâmetros
(testes funcionais, avaliações médicas e avaliações em situações de jogo) utilizados
internacionalmente pelo comitê paralímpico internacional (IPC) e international
wheelchair basketball federation (IWBF). RESULTADOS: Nossos principais achados
foram que nenhumas das variáveis relativas, uma forte associação à 60°/s-1
e à 240°/s-1
.
No entanto, na velocidade de 240°/s-1
foi possível observar uma tendência positiva
moderada na variável relativa TPTQ-D-RE (r = 0,5) e na variável relativa IF-D-RI (r = -
0,5) uma associação negativa moderada. CONCLUSÃO: A CF dos atletas de BCR não
se correlacionou de forma expressiva com PI da articulação do ombro. No entanto,
tendo em vista a ampla variabilidade de fatores (tipo de lesão, etiologia,nível da lesão,
tempo de lesão, gênero e etc...), a interpretação dos nossos achados precisa ser feita com
cautela. Estudos futuros, realizados em amostras mais homogêneas talvez possam
produzir resultados mais satisfatórios.

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